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03/10/2019
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Inteligência artificial que auxilia advogados é apresentada em Teresina
Case Carol-Plataforma de assistência virtual já é utilizada em sociedade de advogados da Paraíba


O uso da inteligência artificial para a realização de algumas tarefas nos escritórios de advocacia já é uma realidade. E para discutir o tema, a seccional piauiense do Centro de Estudos das Sociedades dos Advogados/seccional Piauí (CESA-PI) promoveu um encontro para apresentar o Case Carol, a primeira robô advogada brasileira baseada em IBM Watson pautando o uso da inteligência artificial aplicada ao escritórios de advocacia.





A palestra foi conduzida pelo advogado Daniel Farias que é sócio do primeiro escritório do Brasil a utilizar a advogada Carol, assistente virtual da Watson (plataforma de computação cognitiva da IBM para negócios). Ele contou que a intenção de criar a Carol foi trazer um processo de evolução nessa área, sendo a agilidade e precisão das ações propostas no escritório as principais vantagens de inserir uma inteligência artificial no expediente dos associados.“As vantagens são várias: melhoramos a assertividade no cadastramento dos nossos dados, elevamos o nosso percentual de informação segura e correta de 54% para 97%; conseguimos diminuir a atuação do advogado na parte de pesquisa de doutrina e jurisprudência; hoje, pelo menos, 70% das nossas defesas são feitas por trabalho de pesquisa por inteligência não humana”, relatou.
Além disso, Daniel Farias exemplifica que a assistente previne e antevê situações que atrasariam o fluxo dos processos, disponibilizando mais tempo hábil para o advogado agir, inclusive em suas atividades estratégicas. “A questão da prevenção é muito importante, pois conseguimos por meio da análise de uma inteligência não humana antecipar situações sobre o cliente que dentro da empresa ele não conseguiria alcançar. Ou seja, a inteligência artificial consegue antever situações que, no fluxo atual das demandas, não seria possível de ser feita”, disse o advogado que também é presidente do CESA em Paraíba e membro do Conselho Deliberativo da OABPREV Nordeste.
De acordo com o presidente do CESA-PI, Álvaro Mota, dialogar sobre essa tecnologia nas rotinas jurídicas é válido e essencial para o atual momento de evolução técnicas. “O escritório do palestrante, o Dr. Daniel, é referência no uso dessa tecnologia. A vinda dele ao nosso encontro é um aspecto prático para mostrar como a matéria está sendo tratada em nossa categoria, em nosso país”, explicou Álvaro Mota.
Também foi apresentada durante a palestra o Manual de Orientação do Compliance aplicado às sociedades de advogados. Elaborada pelo CESA nacional, a cartilha aborda conceitos sobre contratação dentro das sociedades. “Além do case Carol, também lançamos a cartilha de compliance na sociedade de advogados, elaborada pelo CESA nacional especificamente para as sociedade de advogados. O conteúdo do material diz respeito às contratações e aspectos éticos das sociedades de advogados, material este que está sendo replicado em todas as seccionais do país”, finalizou o presidente Álvaro Mota.
 
Fonte: Luze Silva/Ícone Comunicação.
A palestra foi conduzida pelo advogado Daniel Farias que é sócio do primeiro escritório do Brasil a utilizar a advogada Carol, assistente virtual da Watson (plataforma de computação cognitiva da IBM para negócios). Ele contou que a intenção de criar a Carol foi trazer um processo de evolução nessa área, sendo a agilidade e precisão das ações propostas no escritório as principais vantagens de inserir uma inteligência artificial no expediente dos associados.“As vantagens são várias: melhoramos a assertividade no cadastramento dos nossos dados, elevamos o nosso percentual de informação segura e correta de 54% para 97%; conseguimos diminuir a atuação do advogado na parte de pesquisa de doutrina e jurisprudência; hoje, pelo menos, 70% das nossas defesas são feitas por trabalho de pesquisa por inteligência não humana”, relatou.
Além disso, Daniel Farias exemplifica que a assistente previne e antevê situações que atrasariam o fluxo dos processos, disponibilizando mais tempo hábil para o advogado agir, inclusive em suas atividades estratégicas. “A questão da prevenção é muito importante, pois conseguimos por meio da análise de uma inteligência não humana antecipar situações sobre o cliente que dentro da empresa ele não conseguiria alcançar. Ou seja, a inteligência artificial consegue antever situações que, no fluxo atual das demandas, não seria possível de ser feita”, disse o advogado que também é presidente do CESA em Paraíba e membro do Conselho Deliberativo da OABPREV Nordeste.
De acordo com o presidente do CESA-PI, Álvaro Mota, dialogar sobre essa tecnologia nas rotinas jurídicas é válido e essencial para o atual momento de evolução técnicas. “O escritório do palestrante, o Dr. Daniel, é referência no uso dessa tecnologia. A vinda dele ao nosso encontro é um aspecto prático para mostrar como a matéria está sendo tratada em nossa categoria, em nosso país”, explicou Álvaro Mota.
Também foi apresentada durante a palestra o Manual de Orientação do Compliance aplicado às sociedades de advogados. Elaborada pelo CESA nacional, a cartilha aborda conceitos sobre contratação dentro das sociedades. “Além do case Carol, também lançamos a cartilha de compliance na sociedade de advogados, elaborada pelo CESA nacional especificamente para as sociedade de advogados. O conteúdo do material diz respeito às contratações e aspectos éticos das sociedades de advogados, material este que está sendo replicado em todas as seccionais do país”, finalizou o presidente Álvaro Mota.
 
Fonte: Luze Silva/Ícone Comunicação.

Fonte: Piauí Hoje - PI